Ecolab é reconhecida pela inclusão de funcionários com deficiência

A premiação, que está em sua quinta edição, reconhece as boas práticas das empresas na inclusão desses profissionais

Em fundo roxo, ícone em branco representando um currículo com uma lupa
Compartilhe:

A Ecolab, que atua mundialmente com tecnologias e serviços de água, higiene e energia, foi reconhecida como uma das Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência, em cerimônia realizada hoje, 14 de agosto, no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo.

A premiação, que chegou à quinta edição este ano, elege as empresas que apresentam estratégias de inclusão éticas e responsáveis para os trabalhadores com deficiência, como condições adequadas para o desempenho de suas funções, igualdade de oportunidades e autonomia.

Respeitar as diferenças e criar um espaço participativo e igualitário fazem parte dos valores da Ecolab e são pilares para a estratégia de crescimento da empresa. Em junho de 2017, o Chairman e presidente mundial da Ecolab, Douglas M. Baker Jr., juntou-se a mais de 450 executivos das maiores empresas do mundo na iniciativa CEO Action for Diversity & Inclusion™, na qual as empresas reforçam seu compromisso em promover a diversidade e inclusão no local de trabalho.

“A inclusão de pessoas com deficiência é, ao mesmo tempo, um desafio e uma grande oportunidade para as empresas. Funcionários podem conhecer de perto as necessidades desses profissionais, o que diminui o preconceito. E do ponto de vista econômico, quanto mais pessoas estiverem exercendo atividades remuneradas, mais aquecida será a economia. É uma forma das empresas exercerem uma função social importante, sem abrir mão de sua lucratividade”, explica Orson Ledezma, vice-presidente e gerente geral da Ecolab no Brasil. “Estamos muito felizes com este reconhecimento. Diversidade e Inclusão são valores para Ecolab”, complementa.

Prêmio Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência

Realizada anualmente pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD), do Governo do Estado de São Paulo, em parceria com o iSocial. e o Centro de Tecnologia e Inovação (CTI), a premiação contempla as seguintes categorias: grandes empresas (com mais de 100 funcionários), micro, pequenas e médias empresas (com até 99 funcionários) e empreendedores com deficiência.

Os vencedores são elegíveis para participar da 2ª edição do Reconhecimento Global “Boas Práticas para Trabalhadores com Deficiência”, realizado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, no início de dezembro.

As micro, pequenas e médias empresas respondem por grande parte dos empregos gerados para pessoas com deficiência no país. A Lei de Cotas (n° 8213 de 1991) obriga as grandes corporações a destinarem entre 2% e 5% das vagas para funcionários que tenham algum tipo de necessidade especial.

Fonte: Assessoria

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *