Microsoft começa a vender controle do Xbox com foco na acessibilidade

Controle já está disponível para a venda na loja da Microsoft e foi criado especiamente para jogadores com mobilidade motora reduzida

Foto do novo controle de Xbox adaptado. Ele é retangular e fino, na cor branca branco, com dois discos em preto dispostos lateralmente. No lado esquerdo, há os tradicionais botões de setas e comandos.
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A Microsoft lançou nesta terça-feira, 4/9, o controle do Xbox One com foco na acessibilidade, apresentado oficialmente em maio. O dispositivo conta com um design diferenciado e suporta diferentes módulos para auxiliar jogadores com deficiências físicas a jogarem.

O produto já está sendo vendido na loja da Microsoft e também na Gamestop por US$ 99,99, cerca de R$ 416 em conversão direta. Assim como outros controles Xbox, o dispositivo é compatível com o Xbox One e também com o Windows 10.

Segundo explicou a gigante tecnológica na ocasião do lançamento, o controle foi construído com base nas opiniões da comunidade de jogadores que precisam de um controle adaptado. Graças a isso, o acessório pode ser programado e customizado para diferentes restrições motoras.

Os complementos para o controle são vendidos separadamente e a página do joystick adaptado no site da Microsoft traz informações sobre as fabricantes parceiras que já possuem acessórios disponíveis no mercado.

A iniciativa da Microsoft de lançar um controle voltado para inclusão e acessibilidade também ganhou destaque no The Victoria and Albert Museum (V&A). A instituição anunciou que adquiriu uma edição do produto que está em exposição na galeria dedicada para acontecimentos notórios atuais e cultura pop.

Mais informações sobre o novo controle Xbox estão disponíveis nesta página. Ainda não existe previsão de chegada do produto no Brasil.

Fonte: Adrenaline

3 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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