Marca de cerveja cria curso de sommeliers para cegos

Criado em parceria com a Fundação Dorina, curso “Sommeliers Extraordinários” busca trabalhar a inclusão de pessoas com deficiência visual

Jovem mulher segurando uma taça de cerveja próxima ao rosto. Ela é branca e tem cabelos na cor castanho claro
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Fundação Dorina Nowill e a Brahma Extra criaram um curso de sommeliers excluviso para cegos. O programa conta com apostilas digitais acessíveis e também no formato braille.

As aulas acontecem no Instituto da Cerveja Brasil, em São Paulo, com professores treinados pela própria Fundação Dorina Nowill para Cegos.

O curso Sommeliers Extraordinários conta com uma primeira turma de alunos formados, e busca promover a inclusão social. Nos encontros, o olfato e o paladar são exaltados, sentidos fundamentais para o sucesso de qualquer especialista em cerveja.

De acordo com dados da Relação Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho, no Brasil, apenas 1% do total de vagas de empregos formais é ocupada por pessoas com deficiência.

“Criar este curso faz parte dessa disseminação de conhecimento cervejeiro, mas com um gosto ainda mais especial, já que o fazemos, ao mesmo tempo que estamos ajudando na inserção de centenas de brasileiros no mercado de trabalho. Para nós é um prazer colocar projetos como este no ar, mais do que agradar, queremos fazer a diferença na vida das pessoas”, ressaltou Maurício Landi, gerente de marketing de Brahma Extra.

O Instituto Cervejeiro oferece infraestrutura adaptada com chão tátil. Ao todo são 20 alunos matriculados, entre eles o fotógrafo João Maia, único profissional com deficiência visual fotografando os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

Para mais informações sobre as próximas turmas, acesse o site da Brahma.

Fonte: Hypeness

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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