Comitê Paralímpico Brasileiro oferece iniciação esportiva em oito modalidades

Projeto acontece no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, e atende jovens com deficiência em idade escolar

Foto de uma pista de corrida. No centro da imagem, há números escritos no chão em ordem decrescente.
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O Comitê Paralímpico Brasileiro iniciou neste mês a temporada 2019 do Centro de Formação em esportes paralímpicos, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. A expectativa é atender 500 jovens até o final deste ano.
O projeto proporciona a crianças com deficiência física, visual ou intelectual de São Paulo e de municípios vizinhos a iniciação esportiva em oito modalidades paralímpicas. Os participantes devem ter entre 10 a 17 anos. E precisam estar matriculados em rede de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).
As aulas ocorrem em sistema de rotação. A cada três meses é possível aprender um esporte diferente. O objetivo é que os alunos experimentem todas as modalidades oferecidas: atletismo, bocha, futebol de 5, goalball, judô, natação, tênis de mesa e vôlei sentado.
Os frequentadores do Centro de Formação recebem gratuitamente transporte, alimentação e uniforme. Após as atividades esportivas, os estudantes recebem um kit com lanche, fruta e suco, que é preparado sob supervisão dos nutricionistas do CPB. Ao todo, 20 educadores entre estagiários e professores especializados em esporte para pessoa com deficiência trabalham diretamente com as crianças.
“O Centro de Formação é mais uma ferramenta para descobrirmos talentos, que podem representar o Brasil no futuro. Mas nosso objetivo também é mudar a percepção em relação às pessoas com deficiência, que são vistas como incapazes. Cada estudante que atendemos é uma família com a consciência da eficiência dele. Nós temos mais 170 vagas e a meta é dar oportunidade para o maior número de crianças”, disse Ramon Pereira, coordenador de Esporte Escolar no Comitê Paralímpico Brasileiro.
As inscrições podem ser feitas pelo e-mail formacaoesportivaparalimpica@cpb.org.br, contendo a ficha de inscrição. Pode ser entregue pessoalmente no departamento de Coordenação de Esporte Escolar do CT Paralímpico. O centro fica localizado na Rodovia dos Imigrantes, km 11.5, São Paulo.
Fonte: Webrun

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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