PCDs lançam movimento pelo direito de ser sexy

Campanha nas redes sociais utilizou a hashtag #Disabledpeoplearehot para promover a autoestima e descontruir padrões de beleza

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Leia abaixo a matéria do Hypeness sobre ação de pessoas com deficiência (PCDs) nas redes sociais:

A redes sociais possuem um poder imenso de fortalecer movimentos sociais e culturais, principalmente pelo fato de unir pessoas do mundo inteiro lutando pela mesma causa, como o movimento#DisabledPeopleAreHot (pessoas com deficiência são sexy), que vem surgindo nas últimas semanas. Com o objetivo de desconstruir o conceito de beleza e fortalecer a autoestima das pessoas com deficiência, usuários estão compartilhando fotos, usando a hashtag.

Apesar de ser uma noção controversa, autoestima e sensualidade não têm ligação direta com a beleza. Assim como outros conceitos, a beleza também é uma construção social e, por isso mesmo, a urgência em se falar abertamente sobre isso, mostrando de uma vez por todas que, não devemos seguir um ideal de corpo perfeito, que só exclui e segrega.

É exatamente isso que uma das hashtags mais usadas nas últimas semanas tem feito: mostrado que deficiências e doenças crônicas não são limitantes e que todo mundo é perfeito do jeito que é: “De acordo com aqueles anti deficiência, eu não posso ser bonita e ter uma deficiência. Eles me veem na minha vaga no estacionamento, apontam para o meu rosto e para a minha placa e depois balançam o dedo… E este é apenas um exemplo de como deficiência não tem a ver com não ser atraente. Nunca!”

Fonte: Hypeness

3 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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