“Guardado em Silêncio” contará com intérprete de Libras

Espetáculo retornou a São Paulo, com quatro apresentações em maio, e encerra a temporada na capital paulista com sessão inclsuiva neste sábado

Em fundo verde, ícone em branco com ícone que representa Libras
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Depois de uma longa trajetória pelo interior e litoral, o espetáculo Guardado em Silêncio retornou a São Paulo no dia 4 de maio. As apresentações aconteceram no Teatro West Plaza dias 4, 11, 18 de maio, e dia 25 de maio. A última sessão contará com intérprete de libras.

Dirigido por Fabiano Moreira e interpretado pela Cia Alvo, a peça funde o nazismo ao livro de Romanos. O enredo narra as memórias de um soldado que viu sua amiga ser raptada na noite dos Cristais Quebrados, um dos principais marcos do Holocausto. Que luta para se livrar de um perverso sentimento de culpa.

No espetáculo, ainda há espaço para músicas autorais. Com um trio de cordas e um elenco formado por outros três componentes, as apresentações tem canções originais de Rebello Alvarenga e direção musical de Luana Chacon, o que contribui para a harmonização de todos os espectros que o enredo pretende atingir.

Guardado em Silêncio é um drama que conta com um roteiro tocante e, ao mesmo tempo importante, trazendo para a cena um novo olhar sobre o holocausto.

Os ingressos custam R$ 40,00 reais. Comprando antecipado pelo site Ingresso para Todos, que é o oficial do Teatro West Plaza, todo mundo paga R$15,00 e já pode escolher o seu lugar, o que é mais vantajoso.

Além de São Paulo, a atração já passou por cidades como Mauá, São Caetano, Aguaí, Pindamonhangaba, Jundiaí e Praia Grande. “O público pediu e nós voltamos! Estamos muito felizes com essa nova temporada em São Paulo”, comemora Fabiano.

O quê: Guardado em Silêncio
Quando:
sábado (25/5), às 17h
Onde:
Teatro West Plaza 
Endereço: 
Av. Antártica, 408 – Água Branca ou Av. Francisco Matarazzo, Água Branca, São Paulo – SP
Obs: ingresso R$ 40,00

Fonte: Assessoria

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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