Projeto traz brinquedos adaptados a crianças com deficiência em Florianópolis

Iniciativa é da prefeitura da capital catarinense, que já faz levantamentos da necessidade para ampliar o projeto

Foto de um grupo de adultos e crianças em um espaço aberto com balanços adaptados para pessoas com mobilidade reduzida
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Uma iniciativa de inclusão foi implantada na Beira-Mar Norte, em Florianópolis. Com a instalação de um kit de quatro brinquedos adaptados para crianças com deficiência, agora elas têm mais chance e espaço para brincar onde nem sempre era possível. As informações são da NSC TV.

Em entrevista à reportagem, Everton, pai de Tales, diz que este novo projeto itinerante da Prefeitura de Florianópolis é uma iniciativa muito importante.

— Tales ficará mais ativo. Ele só fica parado, na cadeira de rodas — comenta o pai.

Gabriela é outra criança que teve a experiência no balanço adaptado enquanto os pais a embalavam. Dona Vera, mãe da menina, relata que a filha nunca tinha brincado nestes brinquedos, pois não há nada assim na cidade.

— É uma grande oportunidade para eles poderem brincar, interagir com outras crianças e se divertir. É um primeiro grande passo. Precisamos de brinquedos assim para ter em todas as creches, escolas e bairros, pois as crianças especiais também precisam e têm o direito de se divertir como qualquer criança — conclui.

Assim como Everton e Vera, Taís, mãe de Higor, também se mostra satisfeita com a iniciativa. Enquanto o filho brinca no skate adaptado, sorrindo, ela diz:

— É muito legal! Quando que o Higor ia poder andar de skate?! Ele não tem sustentação nas pernas.

Prefeitura pretende trazer mais equipamentos

Segundo Alexandre, coordenador de políticas públicas para pessoas com deficiência da Capital, a intenção da Prefeitura de Florianópolis é começar com este kit itinerante e deixá-lo na Beira-Mar Norte em alguns fins de semana. Durante a semana o kit pode ser emprestado para escolas, assim como para associações.

— A prefeitura já está fazendo um levantamento de qual é a necessidade destes equipamentos. Porque eles são móveis, então não podem ficar parados, ociosos — relata o coordenador.

A novidade não é exclusiva para crianças com deficiência, podendo ser compartilhada e utilizada em conjunto, promovendo a inclusão de pessoas com e sem deficiência física.

Fonte: NSC Total

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

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