Harvard é sempre referência. E não seria diferente com acessibilidade digital

Confira o texto de Monique Sampaio sobre acessibilidade nas universidades e faça o download do eBook exclusivo sobre o tema

Foto da fachada da Biblioteca Memorial Harry Elkins Widener, no campus da universidade de Harvard, ao anoitecer
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Confira o texto de Monique Sampaio para o blog da HandTalk, sobre a adoção de Harvard às normas de acessibilidade do W3C:

Atualmente, falar de instituições de ensino acessíveis, quer dizer também falar do mundo virtual: boa parte das informações, divulgação de notas, renovações nas bibliotecas, e várias outras atividades de uma escola ou faculdade têm sido realizadas por meio de seus sites oficiais. Por isso, é tão importante que eles estejam acessíveis. Afinal, todos devem conseguir obter essas informações igualmente, não é mesmo?

Para você se inspirar e conhecer um ótimo exemplo, vamos falar sobre uma das melhores e mais bem conceituadas universidades do mundo, a Harvard. A atitude tomada pela administração da instituição com relação à acessibilidade digital é realmente interessante para você conhecer e se guiar!

Os sites da Harvard sempre seguiram alguns dos mais básicos padrões de acessibilidade, como a presença de legendas nos vídeos institucionais, código adequado para a navegação por meio de leitores de tela, e textos alternativos para as imagens.

Mas agora, a universidade decidiu ir além e adequar todos os seus sites e domínios eletrônicos aos padrões mais elevados e recentes de acessibilidade, que estão presentes no documento WCAG 2.1. Além disso, a instituição decidiu fornecer um treinamento interno para todo o seu time de tecnologia da informação aprender sobre as melhores práticas de acessibilidade. E para avaliar tudo isso, foi criado um comitê, que irá assegurar a manutenção dessas novas políticas através de análises periódicas.

O porta-voz da instituição, John Silvanus Wilson, disse que “trazer melhorias para a acessibilidade digital significa garantir que todos os alunos tenham acesso aos recursos administrativos e acadêmicos da faculdade”. Exemplos como esse são muito importantes, tendo em vista que a falta de acessibilidade na web é muito grande, e há falta de conhecimento a respeito do tema. Ver uma instituição de ensino referência como a Harvard levantando essa bandeira só traz boas perspectivas para a difusão da acessibilidade digital!

E você, quer deixar a sua universidade mais acessível? Então confira nosso Ebook sobre o assunto.

Fonte: Blog HandTalk 

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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