‘Tinder’ para pessoas com deficiência já supera mil usuários

Em testes desde maio de 2018, o app ganhará uma versão 2.0 com algumas modificações para facilitar a experiência do usuário

Em fundo roxo, ícone em branco de um smartphone
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Aplicativos como o Tinder fazem sucesso nos dias de hoje por facilitar relacionamentos e encontros românticos, mas não foram capazes de superar algumas barreiras, especialmente para pessoas com deficiência física.

Muitas vezes, ao descobrir que um possível parceiro ou parceira tem algum tipo de deficiência, o usuário acaba se afastando. Pensando nisso, Ricardo Alonso Jorge criou o app “Devotee”, uma espécie de Tinder para pessoas com deficiência.

“A ideia surgiu na minha separação, porque tenho deficiência físico. Queria um aplicativo de relacionamento para PCDs e não tinha, aí resolvi criar [o Devotee]”, contou Jorge, em entrevista à ANSA.

O app também é dedicado aos chamado “devotees”, palavra que designa pessoas que se sentem atraídas por indivíduos com deficiência física. O aplicativo, ainda incipiente, conta atualmente com 972 homens e 522 mulheres cadastrados. “Essas pessoas já deram 100.002 likes e 2.369 matches”, disse o criador e CEO do Devotee, com dados de 6 de junho.

O projeto estava em fase de testes desde maio de 2018, mas ganhará uma versão 2.0 na semana que vem, com algumas modificações para facilitar a experiência do usuário. “O aplicativo está crescendo cada vez mais”, garantiu seu criador.

Tecnologia

A atualização do Devotee acontecerá na mesma semana da Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade, a Reatech, que será realizada entre 13 e 16 de junho, no São Paulo Expo, zona sul da capital paulista.

O evento, organizado pela Cipa Fiera Milano, reunirá cerca de 300 expositores de diversos segmentos, de agências de emprego a empresas de veículos adaptados, para promover uma melhor e maior integração de pessoas com deficiência à sociedade.

Fonte: Metro Jornal

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

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