Escola Helen Keller lança campanha para escolha de nome de futuros cães-guia

O prazo para o envio das sugestões encerra nesta quinta-feira, 26 de julho. A instituição também está com cadastro aberto para novos socializadores

Foto de dois cães da raça labrador em um gramado
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Futuros cães-guia da Escola de Cães-Guias Helen Keller, de Balneário Camboriú (SC), aguardam por sugestões de nomes. Para participar, basta enviar opções para as três fêmeas e os cinco machos da ninhada, até sexta-feira, 26 de julho, pelo e-mail nomes@caoguia.org.br. As opções escolhidas serão divulgadas nas redes sociais e no site da Escola no dia 29 de julho.

Os nomes devem ser curtos, de fácil pronúncia e não podem ser próprios. Todas as sugestões precisam iniciar com a letra de referência “G”. Daniel Picoloto Bernardini, secretário executivo da escola explica que “a instituição realiza um programa para o desenvolvimento de um plantel genético e busca cães cada vez mais pré-dispostos ao trabalho de guia, por isso essas ninhadas são classificadas em ordem alfabética”.

Escola busca voluntários para socialização dos cães-guia

O nascimento dos filhotes também demanda novos socializadores. Interessados em serem voluntários nesta ação devem se cadastrar pelo site da escola. O processo de convívio com o animal começa aos 45 dias e encerra em 18 meses. Durante esse período, os tutores tem a missão de apresentar ao cão-guia aprendiz os mais diversos locais privados e públicos de uso coletivo.

Ao finalizar o período de socialização, o cão retorna para a instituição para receber o treinamento técnico que o qualificará como guia. Se não apresentar nenhum problema de saúde ou comportamental, ele será adaptado e doado a uma pessoa com deficiência visual.

Com informações de assessoria de imprensa.

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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