Programa Pulsar capacita profissionais para atuação inclusiva nas áreas de educação, esporte e saúde

Aula sobre acessibilidade em espaços culturais e recurso de tradução em Libras são algumas das novidades da quarta edição do curso

Foto de alunos do Programa Pulsar em uma sala de aula
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As aulas do Programa Pulsar já começaram no Museu de Arte do Rio (MAR), na cidade do Rio de Janeiro. Em sua quarta edição, o curso traz novidades como recurso de tradução das aulas em Libras (Língua Brasileira de Sinais) e conteúdo sobre acessibilidade em espaços culturais. A duração é de aproximadamente dois meses.

O projeto atende profissionais das áreas de educação, educação física, educação do campo e afins como psicologia, fisioterapia, pedagogia, nutrição e enfermagem. Durante o curso, os participantes discutem os conceitos da educação inclusiva, acessibilidade, paradesporto, inclusão, diversidade, legislação para PcDs, saúde e bem-estar.

“É importantíssimo para a nossa sociedade ter informação do que é, e o que pode vir a ser um corpo social mais inclusivo, que respeita a diversidade humana. Ouço sempre relatos de alunos que encontraram no Pulsar uma complementação da graduação fundamental para lidarem com pessoas com deficiência, graças às nossas oficinas práticas, que são um dos grandes destaques do programa,” afirma Carina Alves, Diretora Executiva e Diretora Presidente do Instituto Superar.

O Pulsar surgiu como um legado educacional dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 idealizado pela Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha do Rio de Janeiro (AHK Rio). Acontece por meio da parceria do Instituto Superar, da Universidade Alemã de Esportes de Colônia (Deutsche Sporthochschule Köln) e do Museu de Arte do Rio (MAR). Em dois anos de atuação já foram formados aproximadamente 100 profissionais.

Com informações de assessoria de imprensa

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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