Mobilidade afeta mais de 40% dos profissionais com deficiência na hora de irem a uma entrevista

Pesquisa realizada pela Catho entrevistou mais de 3 mil pessoas com deficiência

Foto de três carteiras de trabalho lado a lado em fundo branco
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Calçadas esburacadas, falta de rampas, transporte ineficiente. Essas e outras dificuldades são incômodas na mobilidade urbana de diversas pessoas todos os dias. No caso das pessoas com deficiência, esses obstáculos se tornaram fatores impeditivos não apenas para se locomoverem na cidade, mas também os impedem de conseguirem trabalhar. Segundo pesquisa conduzida pela Catho, 44% dos profissionais com deficiência já deixaram de ir a uma entrevista de emprego por dificuldades de deslocamento.

O levantamento identificou os principais obstáculos enfrentados por esses profissionais. Calçadas com buracos e degraus foi a resposta de 63% dos participantes. Para 26%, a falta de infraestrutura acessível como rampas e faróis inteligentes é outra barreira de locomoção. No caso do transporte, 22% consideraram ineficiente ou não adaptado.

Para a gerente sênior da Catho, Tábitha Laurino, existem alguns fatores que podem auxiliar profissionais com deficiência e empresas a encontrarem soluções para enfrentarem essas barreiras diárias que impedem a inclusão no mercado de trabalho. “Mesmo com os avanços até aqui, melhorias ainda se fazem necessárias. É fundamental quebrar paradigmas, buscar informações, conhecer a fundo a especificidade de cada um”, afirma a gestora.

A pesquisa foi realizada com mais de 3,3 mil pessoas.

Com informações de assessoria de imprensa. 

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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