Projeto promove inclusão no carnaval em Santos

Desde 2018, a ala de inclusão da Vila Mathias, em parceria com o projeto ‘Empresto Minhas Pernas’, traz aos desfiles pessoas com deficiência

Foto de um grupo de pessoas fantasiadas, sendo que alguns são cadeirantes e estão sendo conduzidos por outras pessoas
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Uma das alas da escola de samba Vila Mathias, formada por integrantes com deficiência física, auditiva, visual, intelectual e voluntários, traz um desfile inclusivo para o carnaval santista.

A equipe de jornalismo do G1 conversou com alguns dos carnavalescos que fazem parte do projeto para entender a importância e a mudança que a oportunidade trouxe a cada um deles.

Segundo Élida Julião, educadora física e voluntária do projeto ‘Empresto Minhas Pernas’ – projeto idealizado por Stefan Klaus Lins e Silva – a ala de inclusão começou a fazer parte do desfile da Vila Mathias em 2018, por meio de uma parceria entre a escola e o projeto. O objetivo é garantir atividades de cultura e lazer para pessoas com deficiência e seus familiares.

A cadeirante Thaynara Pereira de Oliveira, de 23 anos, mora em São Vicente, no litoral paulista, e já está contando as horas para vestir seu traje carnavalesco. Ela, que participa do desfile na Passarela Dráusio da Cruz desde 2017, afirma que o carnaval é uma das alegrias de sua vida. “Adoro o carnaval. Esse é o meu terceiro ano participando e fico muito feliz em ter a oportunidade. A primeira vez foi muito legal. Eu fiquei muito emocionada. Agora participo todos os anos e quero continuar”, diz.

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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