Covid-19 e síndrome de Down: cuidados especiais e prevenção

Hotsite reúne informações sobre coronavírus ligadas às pessoas com Trissomía-21.

Arte com o fundo azul, contendo na base inferior o desenho, da cabeça para cima, de seis pessoas diversas. Todas utilizam máscaras de proteção. Ao centro, há o texto: “Covid-19 e Síndrome de Down. Cuidados especiais e prevenção”.
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A Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, em parceria com o Instituto Alana e com o Projeto Serendipidade, lançou um hotsite com informações da Pandemia do novo coronavírus (COVID-19) ligadas às pessoas com Trissomía-21.

Com o objetivo de dar suporte a pessoas com síndrome de Down, suas famílias e redes de apoio, foram reunidas perguntas e respostas mais frequentes sobre contágio, prevenção e cuidados especiais para o público com T-21 de todas as idades (crianças, adultos e idosos). 

As informações foram extraídas de entrevistas feitas com os médicos especialistas Dr. Fabio Watanabe (Pediatra do Hospital Sirio Libanes) e Dr. Marcelo Altona (Geriatra do Hospital Albert Einstein) e revisadas pela Dra Ana Claudia Brandão, Dr. Dennis Burns e Dra Anna Paula Baumblatt, membros do Comitê Técnico Científico da Federação.

O hotsite traz também recomendações gerais em formato ilustrativo e um guia com diversas publicações ligadas ao tema, feitas por entidades e especialistas no Brasil e no mundo. 

A ideia não é substituir as consultas médicas e o acesso ao serviço de saúde, mas orientar e direcionar as pessoas com diretrizes que não necessitam apoio técnico mais profundo.

O conteúdo é dinâmico e vai sendo complementando à medida que apareçam novas publicações, que por sua vez podem ser enviadas diretamente à Federação, por e-mail.

Acesse o hotsite e saiba mais!

Fonte: Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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