Base de dados dos direitos da pessoa com deficiência tem atualização na educação

Plataforma da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência reúne informações sobre diversas áreas

Foto de uma cadeira de rodas parada em cima de uma calçada.
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Para possibilitar a indução de políticas públicas, construção de novas ações inclusivas em nível municipal e estadual e ser referência no assunto, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência atualizou os dados da plataforma “Base de Dados PCD”, com informações sobre a área da educação, disponível no site.

Criada pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da pasta, a plataforma reúne em um sistema de Business Intelligence (BI) os dados censitários e informações relacionadas à pessoa com deficiência.

Direito

Uma vez que a educação impacta em todas as áreas da vida de uma pessoa, uma análise do sistema educacional atual e a busca por melhorias representam ações de extrema importância. Em vista disso, foram inseridas na Base de Dados dos Direitos da Pessoa com Deficiência informações sobre esses alunos matriculados na rede estadual de ensino, com informações sobre tipos de deficiência, idade, raça ou cor e gênero.

Também é possível fazer consulta por município do estado.. Os dados apontam que 1,54% do total de alunos matriculados são alunos com deficiência, a maior parte intelectual ou autismo.

Ensino Superior

Além disso, a plataforma conta com informações sobre o Ensino Superior inclusivo, contendo número de discentes e docentes, dados por tipo de deficiência, faixa etária, gênero, raça ou cor, tipo de vínculo do estudante, grau e tipo de instituição de ensino, análise por atividade e bolsa extracurricular, ranque de matrículas por município, entre outros.

Os alunos com deficiência representam 0,46% dos matriculados em instituições de Ensino Superior no estado. Os cursos que têm mais estudantes matriculados são Direito (1.267 estudantes), Administração (792) e Psicologia (655).

Fonte: Portal do Governo.

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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