Ministério abre consulta pública sobre o VLibras

Desenho do avatar Ícaro. Ele é branco, tem cabelos castanhos e usa uma camisa social azul marinho. Com a mão esquerda, ele faz um sinal em Libras.
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O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) abriu uma consulta pública para saber a opinião da sociedade sobre o VLibras, um conjunto de ferramentas computacionais que traduz conteúdos digitais (texto, áudio e vídeo) para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).

A ferramenta foi criada com o objetivo de tornar computadores, celulares e plataformas web acessíveis para pessoas surdas e tem se tornado cada vez mais presente nos sites para auxiliar na tradução da enorme quantidade de conteúdo que é postado diariamente na Internet.

Contudo, de acordo com a Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNDPD), é preciso garantir que essas ferramentas sejam capazes de fazer uma tradução adequada e seu uso não seja desvirtuado de seu objetivo principal. Diante disso, a SNDPD se reuniu com a Secretaria de Governo Digital, do Ministério da Economia, e se propôs a avaliar o material.

“Queremos trabalhar para que os sites do governo ofereçam o melhor da acessibilidade para as pessoas com deficiência, e o primeiro passo é ouvir os usuários”, ressalta a titular da SNDPD, Priscilla Gaspar.

A consulta pública ficará aberta até o dia 30 de junho para entender como os usuários avaliam o VLibras e ouvir a opinião das pessoas surdas e demais interessados.

Você também pode gravar sua sugestão em Libras e enviar o link do vídeo por meio do formulário.

Fonte: Governo Federal.

3 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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