CPB lança parceria com app “Be My Eyes” para auxiliar na prática de exercícios

Cooperação oferece assistência gratuita em chamada de vídeo para pessoas com deficiência visual

Arte contendo um mosaico de fotos de atletas e, sobre elas, uma camada na cor azul. Ao centro há os logos da “Be my eyes” e do Comitê Paralímpico Brasileiro, junto ao texto: “Movimente-se”. Nos cantos superiores e inferiores, há a aplicação de triângulos, retângulos e linhas na cor amarela.
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O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) anunciou uma parceria com o “Be My Eyes”, um aplicativo de origem dinamarquesa, que promove assistência de vídeo em tempo real para pessoas cegas ou com baixa visão. A cooperação é uma das ações de promoção da plataforma “Movimente-se”.

O CPB disponibilizará de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, profissionais de educação física que atenderão aos chamados dos usuários do site para orientar na execução dos exercícios lecionados em qualquer uma das aulas para pessoas com deficiência visual.

A assistência provida pelo CPB está disponível a todos os usuários do “Be My Eyes” nos países de língua portuguesa e da América do Sul. As orientações serão prestadas em português.

“Para nós é motivo de muita alegria celebrar esta parceria inédita com um aplicativo de grande importância na rotina diária das milhares de pessoas cegas não só no Brasil. Agregar esta tecnologia à plataforma Movimente-se reforça nosso compromisso com a inclusão da pessoa com deficiência na sociedade por meio da prática desportiva. Temos certeza que é o início de uma longeva parceria”, celebrou Mizael Conrado, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, bicampeão paralímpico de futebol de cinco (para cegos) em Atenas-2004 e Pequim-2008. 

Com quase quatro milhões de usuários pelo mundo inteiro, o “Be My Eyes” é uma das maiores plataformas de “micro-voluntariado” do planeta. São 3,5 milhões de voluntários cadastrados no aplicativo que oferecem ajuda gratuita a cegos por meio de chamada de vídeo. O app está disponível na Google Play e na Apple Store

Com esta união, o CPB se junta a empresas como Google e Microsoft como únicas no país a disponibilizar ajuda especializada aos usuários do Be My Eyes.

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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