Evento online discute surdez, qualidade de vida e reabilitação auditiva

Simpósio internacional, que acontece de 30/11 a 04/12, traz especialistas brasileiros e internacionais e familiares para debater questões ligadas à deficiência auditiva

Arte com o texto "Surdez e escuta. Simpósio Internacional Multidisciplinar sobre Surdez na Infância".
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Com o objetivo de promover o tema da surdez e da qualidade de vida e reabilitação auditiva em conjunto com famílias, profissionais e parceiros, o Instituto Escuta em parceira com o grupo de orientação clínica e empresa Audição na Criança, realizará, pela primeira vez, o “Surdez e Escuta: simpósio internacional multidisciplinar sobre surdez na infância”, um evento beneficente 100% online com a participação dos principais especialistas dedicados ao tema.

O evento será realizado entre os dias 30/11 e 04/12 e terá sua renda totalmente revertida para a realização de atividades educativas e a compra de aparelhos de amplificação sonora individual. A programação completa está disponível no site e nas redes sociais do Instituto, Instagram e Facebook.

A inscrição pode ser feita pelo link https://www.sympla.com.br/surdez-e-escuta-simposio-internacional-multidisciplinar-sobre-surdez-na-infancia__987117.

“Queremos trazer informações de qualidade, produzir conteúdos e promover a interação entre todos os distintos públicos que discutem o tema ‘surdez’”, explica Carla Rigamonti, presidente do Instituto Escuta. “Na contramão do isolamento social implantado durante a pandemia, o distanciamento trouxe a possibilidade de nos aproximarmos e ampliarmos a ação com o objetivo de atender diversas famílias no Brasil. Conseguimos reunir um time incrível de profissionais da fonoaudiologia, saúde mental e medicina com ampla experiência e um olhar diferenciado, dedicado às escolhas feitas pelas famílias de crianças surdas e as equipes que as acolhem, além da qualidade dos resultados”, ressalta Carla.

Entre os convidados, estão Lilian Flores, Licenciada em Educação Especial, Cognição e Linguagem e Doutora em Pedagogia, Maria Emilia de Melo, Speech-Language Pathologist, Audiologist, LSLS Certified Auditory Verbal Therapist, Katia de Almeida, fonoaudióloga especialista em Audiologia pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia, e as especialistas internacionais Jane Madell, audiologista certificada, speechlanguage pathologist e Listening and Spoken Language Specialist e Mary Beth Goring, psicóloga e terapeuta com certificação em casais e famílias.

O Instituto Escuta oferece tratamentos para crianças com aparelhos auditivos e implantes cocleares, um dispositivo que estimula diretamente o nervo auditivo através de pequenos eletrodos que são colocados dentro da cóclea, levando estes sinais para o cérebro. Atendendo em grupos de famílias com acompanhamentos psicológicos e atividades em conjunto com os filhos, o instituto promove a qualidade de vida mental e social para os participantes na vida da criança com deficiência auditiva.

Sobre Instituto Escuta: O Instituto Escuta teve início em 2011 como um projeto piloto chamado Programa Espaço Escuta. Nesses primeiros anos o serviço esteve dentro de uma empresa privada, que patrocinava todas as atividades. O objetivo de Escuta sempre foi escutar as famílias e pensar junto na melhor forma de promover qualidade de vida mental e social para os envolvidos na vida da criança surda. O Instituto Escuta se constitui em 2016, como uma OSC (Organização da Sociedade Civil) e junto com a campanha de crowdfunding, recebendo os primeiros grupos em 2017. O Projeto de Intervenção tem início com uma Avaliação interdisciplinar, que é a porta de entrada e uma oferta a todas as famílias que querem participar do Instituto. A avaliação é feita por profissionais da Psicologia, Fonoaudiologia e Serviço Social e tem como propósito oferecer uma devolutiva para a família sobre o momento do desenvolvimento da criança.

Com informações de assessoria de imprensa.

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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