Fundação Dorina Nowill para Cegos transforma cartinhas para o Papai Noel em áudios narrados por pessoas com deficiência visual

Ação “Adote um Áudio” possibilita que os desejos natalinos das pessoas cegas ou com baixa visão sejam atendidos

Arte em fundo preto com ondas sonoras amarelas no topo. No centro, há o texto Adote um Áudio de Natal
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A Fundação Dorina Nowill para Cegos lança o projeto “Adote um Áudio”, que substitui as cartinhas escritas por áudios endereçados ao “Bom Velhinho” e permite que qualquer um seja o Papai Noel das pessoas cegas ou com baixa visão.

Para fazer essa ação valer, durante o mês de dezembro, o Instagram da Fundação Dorina se transforma num grande espaço de magia e solidariedade.

Na página da Instituição, 15 histórias em áudio estão disponíveis para serem adotados por quem quiser fazer uma boa ação nesse Natal.

“Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) o Brasil tem aproximadamente 6,5 milhões de pessoas cegas ou com deficiência visual. É para incluir esse público que a ação foi pensada. A iniciativa trata de traduzir as cartinhas para áudio, possibilitando que as próprias pessoas com deficiência visual contem suas histórias”, explica Alexandre Munck, Superintendente da Fundação Dorina Nowill.

Para participar, basta acessar a rede social e comentar o post com o áudio que deseja adotar e alguém entrará em contato via DM (direct message – mensagem direta, em inglês) para combinar a compra e a entrega do presente.

A ação foi criada e operacionalizada pela agência Lew’Lara\TBWA, enquanto o contato via Instagram da Fundação conta com a ajuda da agência Live Content, especialista em Gestão de Redes Sociais.

“É muito gratificante terminar um ano tão denso e pesado como 2020 realizando os sonhos dos outros. Nem toda pessoa com deficiência visual sabe ler e escrever. Por isso, transformamos a boa e velha cartinha de Natal em áudio. “Adote um áudio de Natal” além de fofo é seguro em época de pandemia”, finaliza Marilu Rodrigues, diretora de criação da Lew’Lara\TBWA.

Vale ressaltar que a Fundação Dorina Nowill para Cegos realiza gratuitamente cerca de 38 mil atendimentos por ano, com trabalhos que incluem habilitação, reabilitação até cursos profissionalizantes para a inclusão no universo do trabalho. Neste período de pandemia, a instituição teve de se adaptar para dar continuidade ao trabalho, dessa forma, foi necessário transformar os serviços presenciais em atendimentos on-line ou telefônico, sendo assim, uma maneira de respeitar todas as medidas implantadas para a segurança de todos.

“O ano de 2020 foi atípico para nós. No entanto, a solidariedade nos mantém vivos e com esperanças de que 2021 seja um ano mais próspero e feliz”, finaliza Alexandre Munck, da Fundação Dorina Nowill.

Com informações de assessoria de imprensa.

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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