SP abre inscrições para cursos profissionalizantes às pessoas com deficiência de Hortolândia e Sumaré

Munícipios recebem os cursos gratuitos EaD de auxiliar administrativo e operador de telemarketing

Foto de uma jovem com deficiência visual sando fones de ouvindo e digitando no teclado de um computador.
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Estão abertas as inscrições para os cursos EaD de auxiliar administrativo e operador de telemarketing às pessoas com deficiência dos munícipios de Hortolândia e Sumaré. Ação, totalmente gratuita, é uma parceria entre a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e o Centro Paula Souza, com o apoio do Centro de Tecnologia e Inovação.

Os cursos terão carga horária de 60 horas cada, realizados em 12 dias. Os interessados devem se inscrever por meio do link https://forms.gle/iBuTZR9c58QeNqsi8.

Além desses cursos para as regiões de Hortolândia e Sumaré, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência realiza também, diversos outros cursos em áreas específicas para pessoas com deficiência de todo o estado de SP. Saiba mais no site da Secretaria https://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br .

De acordo com a Base de Dados dos Direitos da Pessoa com Deficiência, no munícipio de Hortolândia há 12.739 pessoas com deficiência, sendo 38,18% pessoas com deficiência visual, 27,49% com deficiência física, 19,98% com deficiência intelectual e 14,36% com deficiência auditiva. Já no munícipio de Sumaré, há 15.037 pessoas com deficiência, sendo 38,85% pessoas com deficiência visual, 28,59% com deficiência física, 16,99% com deficiência intelectual e 15,57% com deficiência auditiva.

Com informações de assessoria de imprensa.

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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