Documentário e seminário celebram o Dia Mundial de Conscientização do Autismo

O programa CCBB Educativo e a plataforma Ubook prepararam ações especiais voltadas para a comemoração do Dia Mundial da Conscientização do Autismo

Foto, em close, de um par de mãos adultas abertas em concha. Elas apoiam um par de mãos infantis, que, por sua vez, seguram juntas um coração de feltro estampado com um quebra cabeça colorido.
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Em homenagem ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado hoje, 2 de abril, o programa CCBB Educativo e a plataforma Ubook prepararam ações especiais voltadas para dar maior visibilidade à data.

A partir das 14h, quatro educadores do CCBB realizam uma conversa online sobre educação museal a partir de questões ligadas a acessibilidade, neurodiversidade e arte-educação. O bate-papo vai abordar como a mediação em artes visuais pode contribuir para a inclusão e acesso de pessoas com transtorno do espectro do autismo. Para participar é preciso fazer a inscrição gratuita pela plataforma Sympla, disponível em https://bit.ly/3cLii4G.

Na área de produções de áudio, a Ubook, maior plataforma de audiotainment da América Latina, disponibilizou gratuitamente no catálogo o documentário Labirintos do autismo, antes disponível somente por assinatura.

Com 36 minutos de duração, o documentário narra, pela perspectiva do pai de Alice, a trajetória para compreender o diagnóstico do autismo na filha e a batalha no sistema de saúde para oferecer uma condição digna de vida a ela. A produção, que é uma parceria da plataforma com o jornal britânico The Guardian, ficará gratuita durante todo o mês de abril.

Fontes: Correio Braziliense e informações de assessoria de imprensa

3 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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