Acessibilifolia está com inscrições abertas até 7 de agosto

Programa selecionará projetos audiovisuais e vídeos de festas populares de todo o Brasil para terem recursos de acessibilidade

Montagem com quatro fotos com pessoas com e sem deficiência em blocos de carnaval de rua
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Estão abertas a partir de hoje, 07 de julho, e seguem até o dia 07 de agosto,  as inscrições para a inclusão de vídeos no programa Acessibilifolia. A seleção contemplará produções nas categorias Iniciativas Inclusivas e Acessibilização de Material Audiovisual. O edital completo e o formulário para participar estão disponíveis no site do projeto Um Novo Olhar. 

Com a intenção de democratizar o acesso ao material audiovisual produzido por grupos de folia de todo o Brasil e promover o debate na sociedade sobre as condições de acessibilidade nas folias brasileiras, o programa Acessibilifolia convoca os realizadores das diferentes festas e manifestações da cultura popular para que contribuam na democratização do acesso à alegria, à festa e à brincadeira popular. Nesta chamada, serão selecionados 12 vídeos.

A categoria Iniciativas Inclusivas é destinada a grupos que já desenvolvem ações no campo da acessibilidade e que contam com a presença de pessoas com deficiência no planejamento e na realização de suas atividades. Para esta categoria, serão selecionados vídeos que relatem a experiência vivida pelos grupos como forma de estimular outros a desenvolverem ações acessíveis. O vídeo apresentado no ato da inscrição não precisa ser o material finalizado – pode apenas explicar o material audiovisual que pretendem desenvolver.

Já a categoria Acessibilização de Material Audiovisual é destinada a qualquer grupo de festejos populares que já possua registro audiovisual de suas atividades artísticas, e que tenha interesse em tornar esse material acessível para pessoas com deficiência. Os vídeos selecionados nesta categoria serão acessibilizados pela equipe do projeto Um Novo Olhar, com legendagem para surdos e ensurdecidos, interpretação em Libras e audiodescrição.

Sobre o Acessibilifolia

Lançado em fevereiro de 2021, o programa Acessibilifolia faz parte do projeto Um Novo Olhar, uma parceria da Fundação Nacional de Artes – Funarte com a Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, por meio da sua Escola de Música. Seu objetivo é fomentar a acessibilidade e a inclusão de pessoas com deficiência nas festas populares que compõem o patrimônio cultural e imaterial do Brasil, como blocos de carnaval, grupos de frevo, boi, maracatu, entre outros.

Para tanto, gera conteúdo e direciona ações que buscam tornar nosso festejos populares mais democráticos e inclusivos – não só para as pessoas com deficiência, mas para todos que compartilham esses espaços, promovendo assim a convivência e a diversidade. Para estabelecer canais para a troca de experiências entre as pessoas com e sem deficiência, assim como os organizadores das festas, gestores, artistas e a comunidade acadêmica, são produzidas lives, entrevistas, séries de vídeos, vodcasts, publicações e outros materiais.

O projeto Um Novo Olhar

O objetivo do projeto Um Novo Olhar é promover a acessibilidade e a inclusão de crianças, jovens e adultos com algum tipo de deficiência, por meio das artes e da capacitação de professores e de regentes para coro. Com a exibição online de shows e oficinas, vídeo podcasts (vodcasts) e “lives” sobre arte e acessibilidade e uma série de publicações, a iniciativa tem também como alvo de ampliar a percepção de toda a sociedade sobre as deficiências. O trabalho integra o programa Arte de Toda Gente, desenvolvido em conjunto pela Funarte e pela UFRJ, por meio da Escola de Música da Universidade.

Serviço

Chamada para vídeos para o Programa Acessibilifolia, do Projeto Um Novo Olhar

Inscrições: de 7 de julho a 7 de agosto por meio de formulário disponível no site do projeto – www.umnovoolhar.art.br.

Realização: Fundação Nacional de Artes – Funarte | Secretaria Especial da Cultura | Ministério do Turismo | Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Curadoria: Escola de Música da UFRJ

Com informações de assessoria de imprensa.

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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