A Paralimpíada já começou!

Os jogos acontecem até o dia 05 de setembro, com o Brasil presente em 20 das 22 modalidades em disputa

Dezenas de atletas paralímpicos do Brasil reunidos em um espaço aberto e vestem calças verdes e casacos amarelos, das cores da bandeira brasileira. Atrás, há uma arquibancada, com cadeiras vermelhas. No chão, está desenhado o contorno do mapa do nosso país.
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Os Jogos Paralímpicos de Tóquio começaram nesta semana e vão até o dia 5 de setembro. Em disputa, estão 22 modalidades – sendo que o Brasil está representado em 20 delas. Nosso país chega forte para a competição, apesar dos enormes desafios enfrentados por atletas devido à pandemia da Covid-19.

Para orientar e empolgar a população disposta a acompanhar as competições, o jornalista Gustavo Torniero, em coluna para o Yahoo! Notícias, elencou informações importantes sobre os jogos, além de motivos para nos juntarmos a ele na torcida pelas medalhas brasileiras.

Explosão de audiência

Os Jogos Paralímpicos Rio 2016 tiveram a maior audiência da história, com 4,1 bilhões de pessoas. O Comitê Paralímpico Internacional espera superar essa marca em 2021 e chegar a 4,25 bilhões de pessoas com a transmissão de mais de 150 canais de televisão, rádios e portais de internet.

Por aqui, o Grupo Globo, detentora dos direitos de transmissão, promete 100 horas ao vivo pelo canal SporTV. A TV Globo terá noticiário completo das competições e a transmissão das partidas decisivas do futebol de 5, se o Brasil estiver na briga por medalhas. E a TV Brasil também terá duas horas diárias de programação.

O Comitê Paralímpico Brasileiro também terá conteúdo diário em diferentes canais: site, Facebook, InstagramTikTok e Twitter.

Top 10 do mundo

O Brasil é uma potência paralímpica internacional e vem crescendo nos últimos anos. Esteve entre os 10 colocados no quadro de medalhas das últimas três edições: nono em Pequim 2008, sétimo em Londres 2012 e oitavo na Rio 2016. E o Comitê Paralímpico Brasileiro pretende permanecer entre os 10.

Chuva de medalhas. Neste ano, Serão 540 medalhas de ouro em disputa em 22 esportes. O Brasil busca sua centésima dourada: tem atualmente 87 medalhas de ouro, tendo conquistado 14 delas na Rio 2016.

Grande renovação

Dos 234 atletas com deficiência que foram para Tóquio para representar o país, 87 serão estreantes em Jogos Paralímpicos. Além disso, 17% (39 pessoas) têm menos de 23 anos. Estão nessa lista muitas promessas paralímpicas, inclusive atletas que entraram há menos de dois anos no esporte paralímpico e já colecionaram medalhas e recordes.

Presença carimbada

O Brasil conta também com muitos atletas experientes. É o caso do maior medalista do Brasil nos jogos, o nadador Daniel Dias, com 14 ouros na carreira, e Petrúcio Ferreira, o atleta mais rápido do mundo dos 100m rasos T47 (para atletas com deficiência nos membros superiores) com a marca de 10s42. a equipe brasileira contará com a presença de 69 atletas com deficiência que já conquistaram ao menos uma medalha em Jogos Paralímpicos.

Hegemonia 

O Brasil não é só bom no futebol convencional. A seleção brasileira de futebol de 5, jogado por pessoas com deficiência visual, tem 4 títulos na bagagem, sendo a única vencedora da competição: 2004, 2008, 2012 e 2016. Rumo ao penta!

Desafios da pandemia

A covid-19 atingiu em cheio alguns atletas brasileiros e impactou de forma significativa o treinamento de todos eles. O judoca Wilians Araújo teve dois resultados positivos para a doença. Já o tetracampeão paralímpico e também judoca Antônio Tenório, de 51 anos, teve uma recuperação impressionante depois de ter ficado 17 dias internado e com 80% do pulmão comprometido por causa da covid.

Grande presença feminina

De acordo com o Comitê Paralímpico Brasileiro a representatividade feminina do país cresceu mais de 50 vezes na história dos Jogos Paralímpicos. O recorde de brasileiras nos jogos foi em Rio 2016, com 102 atletas. Neste ano são 96 (cerca de 37% da delegação, que também inclui atletas-guia, calheiros, goleiros e timoneiro).

Espero que todos esses motivos te convença a apoiar o esporte paralímpico e a torcer pelo nosso país. Com uma grande mobilização e torcida, ajudamos a promover ainda mais as modalidades paralímpicas no Brasil.

Fonte: Yahoo! Notícias

2 respostas para “A Reforma da Previdência não pode ferir a dignidade dos mais vulneráveis”

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