NTT DATA lança a terceira pesquisa brasileira sobre o uso de leitores de tela

NVDA, JAWS, VoiceOver e outros softwares tornam a esfera digital mais acessível para pessoas com deficiência visual

Foto de mulher jovem cega no local de trabalho com computador e display em braile na mesa. Ela tem um fone de ouvido de cabeça pendurado no pescoço, e aproxima um smartphone com tecnologia de assistência de voz para pessoas com deficiência visual ao ouvido.
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Quem trabalha com acessibilidade digital sabe que ainda temos uma longa jornada para percorrer quando o assunto está relacionado a pesquisas e informações sobre o tema, especialmente em português.

Em 2019, a Everis Brasil publicou a primeira Pesquisa do Uso de Leitores de Tela a partir da necessidade de entender melhor a população brasileira que utiliza este recurso – em 2022 o estudo vai para a sua terceira edição.

A pesquisa permanecerá disponível até o dia 18 de fevereiro, e os resultados serão publicados no início de 2023. Nenhuma informação pessoal será vinculada à publicação. Apenas a versão do navegador e o sistema operacional serão coletados para fins de estatística. A participação é voluntária, e quem decidir por fazer parte desta análise levará aproximadamente de 15 a 20 minutos para responder as perguntas.

Quais são os softwares mais comuns?

  • Jaws: leitor de tela pago para Windows;
  • Virtual Vision: leitor de tela pago para Windows;
  • NVDA: leitor de tela gratuito para Windows;
  • Window-Eyes: software pago para Windows;
  • Orca: leitor de tela gratuito para Linux;
  • VoiceOver: leitor de tela para IOS que acompanha os dispositivos da Apple.

Para quem não sabe, leitores de tela são softwares usados para converter texto em discurso sonoro, geralmente sintetizado, permitindo pessoas com deficiência visual ouvir o conteúdo. O programa vai percorrendo textos e imagens, links ou cabeçalhos, dependendo do comando que a pessoa utilizar, e lendo em voz alta tudo o que está na tela, da mesma forma com as teclas alfanuméricas e comandos digitados.

O benefício em colaborar com a pesquisa é que experiências e opiniões podem ajudar empresas e entidades públicas a melhorar a acessibilidade digital de sites e aplicativos móveis em todo país.

Este estudo está sendo desenvolvido pela equipe de acessibilidade da NTT DATA Brasil. Para dúvidas, entre em contato por e-mail.

Quer participar da pesquisa? Clique no link https://estudoinclusivo.com.br/ e, em seguida, no botão “Iniciar a pesquisa”.

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