Senado debate projetos de acessibilidade em streaming e sites

No dia 19 de maio, Dia Mundial de Conscientização sobre a Acessibilidade, propostas sobre o assunto querem tornar mais acessíveis o conteúdo de plataforma de streamings e sites de empresas e governo

Imagem de um teclado de computador, em zoom, com três teclas azuis no centro: a primeira com o ícone de pessoa cadeirante, a segunda com o ícone de pessoa surda, com o desenho de uma orelha, e a última com o ícone de uma pessoa cega com uma bengala.
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Calçadas irregulares, semáforos sem sinais sonoros, vídeos sem audiodescrição ou imagens publicadas sem o chamado texto alternativo descritivo. Essas são barreiras que prejudicam o acesso de pessoas com deficiência e idosas, por exemplo, a uma série de direitos.

“Falar de acessibilidade é garantir cidades com possibilidades do exercício da cidadania. É garantir edificações acessíveis, transportes acessíveis, meios seguros, inclusive, comunicações acessíveis. Isso significa acesso ao trabalho, acesso à educação, acesso à cultura, acesso ao esporte, ao lazer. Isso significa cidadania”, diz a senadora Mara Gabrilli, que possui um projeto que prevê instrumentos de acessibilidade como audiodescrição, legendas ocultas ou janela de libras em plataformas de streaming, em debate no Senado.

Outra proposta, desta vez do senador Alessandro Vieira, do PSDB de Sergipe, determina os elementos de acessibilidade mínimos que sites de empresas e de governos devem conter, como possibilidade de alto contraste, navegação por teclado, alternativa sonora para vídeos e textos, e descrição de áudios.

Da Rádio Senado, pelo jornalista Rodrigo Resende.

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