Marsinlene D.R.SIlva

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Eu sou mãe de um menino com Síndrome de Asperger de 25 anos e há cinco anos conseguimos o diagnóstico dele. Moro em Redenção, no Pará, e mesmo no interior conseguimos bons profissionais da área da saúde e da educação que puderam ajudar na caminhada do meu filho. Hoje ele é formado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Trabalhei muito, até três turnos, mas agora estou com apenas dois. Sou docente e, através da minha docência, consegui ajudar meu filho em todas as etapas de sua vida acadêmica. Consegui aprender matérias e, desta forma, pude ajudá-lo nas atividades escolares, e mesmo durante as provas, estudando com ele. Me orgulho de ser mãe de um autista leve. Temos lutas, mas o Senhor está no comando e vai nos ajudando.

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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